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Carlos Cunha

ENTREVISTA DE EMPREGO: O QUE DIZER?

As entrevistas em processos seletivos são mais pegadinha do que uma forma de se conhecer o candidato.

Olá, pessoa!

Não é incomum encontrar queixas relacionadas à entrevistas de emprego.

Para ser mais específico, dinâmicas utilizadas pelos recrutadores em processos seletivos.

Tais dinâmicas são as mais absurdas: desde jogar balões para cima sem deixá-los cair até brincarem de escravos-de-jó. Para que este tipo de lúdico vai servir no mundo corporativo, ninguém comprovou. Sem contar a bizarrice que é ver homens de gravata, contrariados por dentro e sorridentes por fora. Mas existem outras ‘pegadinhas’.

Perguntas capciosas: No que você é melhor que o outro? Se a resposta tiver superioridade (o que deveria ser encarado como natural diante da pergunta) você está desclassificado por representar ameaça à uma equipe pela competitividade. Se se colocar em pé de iguadade para fazer a linha ‘politicamente correta’, está desclassificado por não ser competitivo;

Tempo de trabalho: Se ficou pouco tempo na empresa, é desclassificado por não criar raiz e não ter compromisso com a organização, pensando só no próprio interesse; caso tenha ficado por um período considerável, é desclassificado por ser ‘acomodado e um se-contenta-com-qualquer-coisa’;

Formação acadêmica: se não tem, é porque não se preocupa em se aprimorar; se tem, significa que é preocupado mais com conhecimentos teóricos, não valorizando a prática. Sem contar que pode sair do game caso apresente mais qualificação do que a equipe existente.

Aceitar um salário mais baixo é um perigo: pode denotar que você é um ‘topo tudo por pouco dinheiro’.

Ou seja: não tem jeito. Se o recrutador está ali no cargo apenas para brincar de apresentador de “O Aprendiz”, tudo o que você fizer ou disser, será usado contra você.

Está na hora destes ditos profissionais desenvolverem o autoconhecimento e saber o que querem, deixar de demonstrar uma superioridade desnecessária e detectar as reais necessidades da empresa na hora de preencher uma vaga. Afinal, está na hora de tomarem consciência que, do outro lado da mesa, não existe apenas qualquer um com uma carteira de trabalho nas mãos. Ali existe um ser humano que quer levar o pão para casa com dignidade e que, só por isso, merece ser respeitado e não ficar servindo de joguete de experimentos psicológico-corporativos.

É isso. 

1 Comment

1 Comment

  1. Galdino Mesquita

    3 de novembro de 2019 at 20:46

    Leão de chácara, ou leoa. São especialistas em RH que alegam que há emprego, mas falta gente qualificada. Só que não admitem currículo melhor do que o deles. Outro dia, na DAE, encontrei um italiano\argentino batendo (forte) no teclado com dois dedos. Os RH adoram os gringos. É isso, brother.

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