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Mulheres, as preferidas

No mundo todo há mulheres organizadas em grupos, sociedades, movimentos e Ongs para exigir reconhecimento. Usam termos horríveis, como empoderamento. Pouco ou nada conseguem. Também no mundo todo há mulheres conquistando coisas inimagináveis há dez ou vinte anos. Sem fazer barulho, sem se organizar, sem protestar. Somente com sua capacidade. Nada mais.

Um exemplo disso é a decisão recente de agências espaciais – a de usar mulheres em missões de longa distância ou duração. São missões que envolvem a Estação Espacial Internacional e as viagens até a Lua ou Marte. Os estudos dessas agências concluiram que as mulheres têm a mesmíssima capacidade de aprender que os homens. Em algumas habilidades – e não são tão poucas – superam os homens.

Os estudos também concluiram que as mulheres serão melhores em missões espaciais porque pesam menos, têm mais resistência e exigem menos suprimentos. O caso das agências espaciais é só um exemplo. No dia-a-dia das empresas, há muitas mulheres exercendo cargos de diretoria, gerência, chefia e supervisão.

Bancos, por exemplo, têm mulheres em suas gerências em número cada dia maior. Por serem mais eficientes, mais sensatas, mais equilibradas e por terem capacidade de trabalho superior a dos homens. Governos também são exercidos por mulheres em muitos países. Não vale, nesse caso, o mau exemplo brasileiro, encerrado em 2016.

Mulheres que viajam no espaço, que gerenciam bancos, que comandam empresas, não sonham em ensacar o vento, nem fazem reverência à mandioca. Somente trabalham. Há quem diga que as escolhas empresariais passam pelo fator simpatia e pela cama. Pura inveja, puro machismo. Nenhuma mulher se sustenta num cargo – seja ele qual for – por simpatia ou por favor sexual. Se sustenta por capacidade.

O que muita gente não entendeu ainda é que foi-se o tempo em que mlheres eram confinadas a profissões como enfermeira, secretária, professora ou telefonista. Tempo em que havia empregos exclusivos para homens. E essa “invasão” no mundo masculino não precisou de protestos nem de clubes de luluzinhas. Bastou capacidade.

Há mulheres no Exército como oficiais; há mulheres na Marinha e na Aeronáutica também, como oficiais. Isso no Brasil. Os Estados Unidos, país com tradição de machismo, tem centenas de mulheres pilotando seus aviões de caças ou comandando seus porta-aviões em operações de guerra. Israel, devido à situação de animosidade com seus vizinhos, tem mulheres em todos os postos de suas forças armadas.

Queimar sutiã, escrever faixas para protestos, fundar clube de luluzinhas, não resolve nada. Só atrapalham. Falar para um homem sobre empoderamento feminino é heresia. São coisas bem diferentes de conquistar respeito e admiração pela capacidade e pelo saber.

A previsão é que dentro de 20 anos a maioria dos cargos de chefia, direção ou supervisão nas empresas seja ocupada por mulheres. Nas demais profissões – as consideradas autônomas – a previsão é que a maioria chegue em dez anos. Basta ver o número de advogadas, dentistas, médicas, engenheiras. Todas bem sucedidas e brilhantes. Sinal que elas são as escolhidas, as preferidas. Até por outras mulheres.

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