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Jundiaí

Projeto pedagógico vira revista em Emeb do Jardim do Lírio

Aprender brincando foi a receita de sucesso aplicada pela Emeb Dina Rosete Zandona Cunninghan, no Jardim do Lírio. 235 alunos de 3 a 6 anos, de 11 salas de aula da unidade, foram os protagonistas de um projeto pedagógico que, no sábado (30), foi encerrado e virou realidade no formato da revista Dina.

Kelly Trevisan, coordenadora da escola, lembrou que durante o ano os alunos se empenharam no projeto pedagógico Assim me contaram, assim ouvi dizer, que faz parte do programa Escola Inovadora. A iniciativa dos alunos é focada na literatura da tradição oral, mas reúne também brincadeiras e comidas típicas. De forma lúdica, os estudantes entraram em contato com textos do Brasil e de outros países, como Japão, Itália, Israel, Holanda e Peru.

“Cada país despertou experiências variadas nos estudantes, como o prato que se come naquele local e os jogos mais comuns”, explicou Kelly. “Queríamos que as crianças crescessem culturalmente e aprendessem que há povos e culturas diferentes. O resultado final nos satisfez, pois temos alunos falando da lhama do Peru, do sushi comido no Japão e da tarantela cantada na Itália”, afirma a coordenadora.

Na revista Dina, as crianças escolheram os textos, fotos e os vídeos de suas atividades ao longo do ano gravados no YouTube. Estes vídeos podem ser acessados pelo celular dos pais que usarem o QR Code publicado em páginas da revista. “Ela foi uma experiência prazerosa e que também mobilizou a direção da escola, professores, funcionários e os pais dos alunos. Tudo foi feito para os estudantes, que literalmente levaram a lição para casa”, finalizou Kelly.

O aluno Pedro Félix Cabrera, de 3 anos, foi um dos envolvidos no projeto. Sua mãe, Denise, disse que antes da atividade o menino era disperso, mas com o trabalho feito na escola ficou mais participativo e sociável.

Otávio de Faria Cayrer, de seis anos, gostou de brincar e aprender com o projeto pedagógico. “Lembro do Momotaro (herói popular do folclore japonês), que é o menino que nasceu do pêssego, e de quando a professora falou de Israel. Tem ainda do kibi dango, o doce japonês que deixa a gente forte, e o Mar Morto, que é muito salgado. Adorei ajudar a fazer a revista”, completou Otávio.

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