Um encontro entre pesquisadores, especialistas em fauna e flora está marcado para a sexta-feira (6), às 11 horas no Paço, e marcará os 37 anos de tombamento da Serra do Japi e a apresentação de pesquisa cujo palco foi o maior patrimônio ambiental da Região.
O encontro será, na verdade, um relato do trabalho realizado. A pesquisa a ser apresentada no Paço é inédita e de importância para o conhecimento científico sobre uma planta pouco estudada e que foi encontrada na Serra do Japi: a Scybalium fungiforme. Ficou provado que os gambás são fundamentais para a abertura e a polinização dessa planta, encontrada em poucos lugaresdo mundo, entre eles a Serra do Japi.
No dia 8 de março (domingo) deste ano, será lembrado o 37º aniversário de tombamento da Serra do Japi, feito em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico e Turístico (Condephaat). O órgão reconheceu que ela tem um valor excepcional não somente para a Região, mas para o estado de São Paulo e o Brasil.
A resolução 11 do documento a respeito do tombamento evidencia a necessidade de proteção da área de mais de 191 quilômetros quadrados da serra, que inclui Jundiaí, Cabreúva, Pirapora do Bom Jesus e Cajamar.





