No sábado passado (11), fiscais do Comércio, junto com o pessoal da Vigilância Sanitária e a Guarda Municipal, deram uma geral na cidade. Por causa do decreto de calamidade, nem tudo pode funcionar – somente o que é considerado essencial. Boa parte da fiscalização foi feita a partir de denúncias no 156.
Resultado: uma adega, que não é considerado serviço essencial, estava funcionando e foi interditada. Onze estabelecimentos comerciais tinham algum tipo de irregularidade e foram advertidos. Durante esta semana, a fiscalização continuou nas ruas, mas não divulgou os resultados.
“Os estabelecimentos que estavam vendendo artigos considerados não essenciais foram notificados, e conversamos com vários onde encontramos um volume grande de consumidores dentro da loja”, explica Cristina da Fonseca, chefe da Divisão de Fiscalização do Comércio. “Orientamos esses estabelecimentos para que procedam com um controle maior de acesso que reduza o número de pessoas lá dentro e, também para que os consumidores sejam orientados a manterem distância uns dos outros de no mínimo dois metros”.
Enquanto durar a quarentena, concessionárias de carros estão autorizadas a vender peças, mas não veículos, por exemplo. E quem insistir pode sofrer sanção administrativa (interdição), ou até a cassação do alvará de funcionamento.





