A suspensão de trechos do decreto municipal que abrandou as regras da quarentena em Jundiaí, determinando a abertura gradual dos comércios e serviços não essenciais, representa um retrocesso na avaliação de Edison Maltoni, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) e do Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio).
“Lamentamos a decisão e veremos o que pode ser feito juridicamente para contestar essa suspensão. Houve um trabalho para que os segmentos voltassem a funcionar, com todas as medidas sanitárias, visando principalmente a manutenção dos empregos e o funcionamento de forma consciente. Respeitamos e entendemos a decisão, mas sabemos que ela afetará diretamente os empresários mais uma vez e vai gerar ainda mais demissões, infelizmente”, afirma Maltoni.
Ele destaca o papel das entidades que desde o início da pandemia participam ativamente da força-tarefa do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, têm atuação em comissões especiais de combate à covid-19 como a da Câmara de Jundiaí, assim como nas reuniões na Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
“Desde 18 de março todas as nossas ações são voltadas para estabelecer medidas emergenciais de apoio aos empresários e ao comércio local, desenvolvimento da economia da cidade e manutenção dos empregos junto aos governos municipal, estadual, federal e entidades representativas. É frustrante, muito triste e sinto que amargaremos esta decisão por um bom tempo ainda. O cenário é preocupante”, conclui Maltoni.





