Desenvolvido para auxiliar na perda de renda da população durante a pandemia de Covid-19 que gerou crise econômica no Brasil, o Auxílio Emergencial de R$ 600 do governo federal poderá ser mantido mesmo após o fim da pandemia. A afirmação é do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa.
Segundo o secretário, o governo tem discutido se o auxílio e outras medidas de socorro deverão durar apenas três meses ou se deverão ser desmontadas gradualmente, a partir de um processo de transição para um novo modelo econômico.
“Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse o secretário sobre a possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre de 2020.
Caso o benefício continue após a pandemia, Costa afirmou que o governo deverá estudar uma forma de financiá-lo e de mantê-lo. Segundo ele, o governo pode desmontar o auxílio emergencial gradualmente, conforme o Brasil for se recuperando economicamente.
O secretário ressaltou ainda que a equipe econômica também tem estudado outras ações a serem tomadas pelo governo. “Talvez alguns programas tenham vindo para ficar”, disse.
Apesar disso, o secretário não falou sobre quais outros programas poderiam permanecer além do auxilio emergencial de R$ 600.





