Na semana passada, uma equipe de fiscalização do comércio da Unidade de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a GCM (Guarda Civil Municipal) fez um grande trabalho em vários bairros (durante o dia, na Região Central, e à noite, na Oeste), para fechar estabelecimentos cujo funcionamento está proibido por lei em razão da quarentena e orientar os que não estavam adotando as medidas de prevenção.
“Percebemos que o comércios maior, de atividades permitidas, no centro da cidade, está respeitando a obrigatoriedade do uso de máscaras em funcionários e clientes e o distanciamento entre as pessoas (dois metros). Então estamos focando no comércio menor, de bairros, já que alguns deles estão funcionando sem permissão ou descumprindo essas medidas sanitárias”, explica o responsável pela unidade, Marco Bueno.
De acordo com ele, a fiscalização vai se repetir em outras datas, sempre em horários alternados.
Na noite de quinta-feira passada (14), em meio à fiscalização do comércio, um bar da região da Vila Popular, que já estava interditado pela prefeitura e gerou denúncia, seguia aberto, em descumprimento inclusive ao decreto que proíbe o funcionamento de bares, por conta da pandemia, foi novamente interditado, na ação da equipe de fiscalização, com o apoio da GCM e da Polícia Civil.
Coincidentemente, o proprietário, um senhor de 60 anos, foi preso por suspeita de estupro de uma vulnerável, a adolescente de 13 anos que estava no estabelecimento durante a fiscalização. No interior do local, os guardas apreenderam máquinas caça-níquel. No estabelecimento ao lado, que também foi averiguado após receber denúncia, foram encontrados pássaros silvestres engaiolados – o proprietário foi autuado.





