
Enquanto a quarentena não termina na maioria das regiões do Brasil, a vontade de diferenciar as atividades de lazer só aumenta. Isso inclui a reabertura de áreas comuns de lazer em condomínios, como academias e piscinas. Como sabemos, as salas de ginásticas estão proibidas devido ao uso compartilhado dos aparelhos para exercícios físicos, o que inviabiliza a retomada agora.
Apesar disso, fala-se pouco sobre a questão da transmissão do vírus em piscinas. Mas de acordo com um relatório feito pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha, a pedido da Secretaria de Estado de Turismo, a água não é um ambiente amigável para a Covid-19, mas a aglomeração dentro dela tem o mesmo efeito negativo de qualquer outro lugar.
Segundo o relatório, uso de cloro e outros produtos para limpar as piscinas, deveria ser suficiente.
No mar, a presença de sal e o efeito de diluição do microorganismo são elementos que provavelmente contribuem para uma diminuição da carga viral e a sua inativação. De acordo com o chefe de doenças infecciosas da Escola de Medicina Perelman, da Universidade de Pensilvânia, Ebb Lautenbach, “não há nada inerente sobre a água do oceano ou especialmente a água de piscinas que seja perigoso. O vírus não é transmitido por uma via aquática”.
Apesar disso, o risco de transmissão de pessoa para pessoa, a principal forma de contágio, continua de qualquer forma, seja no mar ou em piscinas.





