Equipes de resgate continuam fazendo buscar por desaparecidos após explosão no porto de Beirute, no Líbano, na terça-feira (4). A tragédia deixou mais de 100 mortos, 4 mil feridos e pelo menos 100 estão desaparecidos.
Nesta quarta, ainda há muita fumaça saindo do local, assim como muita destruição. Carros, prédios, ruas, tudo ficou danificado pelo forte impacto da explosão em um galpão que guardava nitrato de amônio de forma irregular.
O presidente Michel Aoun disse na terça que é “inaceitável” que 2.750 toneladas de nitrato de amônio fossem armazenadas por seis anos em um depósito sem a segurança necessária.
O primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, declarou que o país enfrenta uma catástrofe e declarou luto oficial de três dias. Ele ressaltou que os responsáveis serão investigados.
“Eu prometo que esta catástrofe não passará sem que os culpados sejam responsabilizados. Os responsáveis pagarão o preço”, disse.
A explosão no proto pôde ser ouvida a quilômetros de distância. Alguns barcos que navegavam próximos à costa do Líbano chegaram a sentir o impacto e ser balançados. O barulho chegou a ser ouvido em Larnaca, no Chipre, a pouco mais de 200 km da costa libanesa.





