A edição revista e atualizada do Guia de Profissões da Unesp já está disponível online no portal da Universidade, com informações de 68 profissões de nível superior oferecidas no Vestibular 2021, cujas inscrições serão realizadas de 1º de outubro a 27 de novembro de 2020.
A Unesp oferece neste exame vestibular 184 opções de entrada, em todas as grandes áreas do conhecimento (Biológicas, Exatas e Humanidades). No total, são 7.630 vagas em cursos de graduação distribuídos por 23 cidades paulistas.
O exame segue sendo realizado em duas fases de provas, mas mudou o formato em razão da pandemia de Covid-19. As 90 questões de múltipla escolha da primeira fase serão aplicadas em dois dias diferentes (30 e 31 de janeiro de 2021). A segunda fase será realizada em dia único (28 de fevereiro) e com 60 questões de múltipla escolha, além de uma redação.
Além da edição online do Guia de Profissões da Unesp, o canal oficial da Universidade no YouTube vai divulgar vídeos semanais e agendar lives para ajudar os vestibulandos com informações do vestibular e também das carreiras oferecidas pela Universidade.
Os vídeos serão produzidos pela graduanda Beatriz Dean Rizzo, estudante de Ciências Biológicas do câmpus do Litoral Paulista, localizado na cidade de São Vicente, na Baixada Santista. Em 2019, Beatriz Rizzo foi selecionada para participar do Programa Líderes Emergentes nas Américas (Elap), por meio do qual fez um intercâmbio na Universidade de Saskatchewan (UofS), no Canadá. Depois disso, tornou-se divulgadora científica.
A princesa que não assumiu o trono
Historiadores analisam textos autobiográficos da Princesa Isabel e reúnem 20 anos de pesquisa em maior obra já publicada sobre a personagem
Alegrias e Tristezas, título da obra dos historiadores Bruno da Silva Antunes de Cerqueira e Maria de Fátima Moraes Argon, é a tradução de como D. Isabel descreveu sua vida em uma pequena autobiografia em 1908. O lançamento é a maior obra já publicada sobre a personagem e tem 888 páginas.
Bruno e Fátima desfazem mitos, explicam e esmiúçam muitas informações erradas e contraditórias sobre a Princesa Isabel com base em mais de 20 anos de pesquisas. Com mais de 70 ilustrações, a produção apresenta a força da personagem histórica e aborda o golpe militar que implantou a República e impediu D. Isabel de assumir o Terceiro Reinado.
Outro destaque da produção é a análise sobre a própria expressão “Princesa Isabel”: os autores revelam que contém uma armadilha teórica que minimiza a participação dela no processo da Abolição da Escravatura no Brasil.
O livro apresenta ainda a cronologia da vida da princesa e tabelas com todos os homens e mulheres a quem D. Isabel conferiu títulos de nobreza. Alegrias e Tristezas: estudos sobre a autobiografia de D. Isabel do Brasil é indicação fundamental para historiadores, cientistas sociais, jornalistas e para todos os amantes da História do Brasil.
O livro traz, ainda, cadernos de imagens inéditas e mais de mil notas de rodapé, genealogias dos ancestrais e descendentes de D. Isabel, manuscritos originais dos seus textos e análise de todas as biografias já produzidas sobre ela. Preço: R$199 – Link de venda: https://www.linodigi.com.br/produto/alegrias-e-tristezas-29
A saga dos judeus que imigraram para o Brasil

Em livro, Eva Alterman Blay esmiúça as causas desse processo, seus percalços e motivações
“Como seres humanos somos todos iguais, e como humanos somos todos diferentes: nas crenças, nas línguas, na política, na ideologia, no gênero. É preciso explicar a diversidade do povo judeu, e a persistência das diferencças entre uns e outros”, afirma a socióloga Eva Alterman Blay, autora do livro O Brasil como destino, que ganha segunda edição em parceria da Editora Unesp com a Imprensa Oficial do Governo do Estado de São Paulo.
Após três décadas de trabalho coletando dados e relatos sobre a imigração judaica para o Brasil proveniente de 17 países –a maioria da Europa Ocidental– e de diferentes classes sociais, a autora reconstrói os cenários da população ao longo dos tempos, questionando o estereótipo do judeu rico e bem sucedido. Revisitando e reformulando o significado de diáspora, a pesquisa refaz uma trajetória que vai desde as preconceituosas imposições à vida comunitária nos shtetlach da Romênia, da Polônia e da Rússia, passando pelo impacto da publicação dos apócrifos Protocolos dos sábios de Sião, bem como pelo itinerário que figuras conhecidas como Armando Kaminitz, Ema Klabin e Tatiana Belinky precisaram percorrer para garantir a sobrevivência até sua chegada ao Brasil, onde preservaram suas raízes culturais mesmo em um mundo completamente diferente.
A coleção de histórias que Eva Blay reúne no livro –permeado por inúmeras fotos– ilumina como os judeus “foram empurrados como a maioria dos imigrantes pelos mesmos motivos e sempre buscaram a tão sonhada paz”. Para tanto, explicita de onde vieram os judeus que escolheram o Brasil como destino, como e onde viviam anteriormente, e por que vieram.
Indo além, questiona por que era necessário afirmar-se como judeu ou por que, para alguns, ser judeu poderia ser interpretado como uma “vergonha”. São as respostas sobre o que realmente significa ser judeu e o que é integrar a classe no país que o leitor vai encontrar nesta obra que registra exemplos de perseverança na luta pela preservação da diversidade das existências e pela tolerância entre povos. Neste sentido, configura-se como uma referência para se compreender os problemas migratórios atuais que o mundo apresenta.
Eva Alterman Blay é bacharel, mestre e doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Professora titular dessa universidade, recebeu diversos prêmios, advindos especialmente de sua atuação na área da Sociologia das Relações de Gênero. Tem inúmeros livros publicados. Trabalhou na ONU, em Viena, como Inter-Regional Adviser no Departamento de Assessoria à Mulher. Foi senadora da República. Atualmente é professora Emérita Titular Sênior da USP. Preço: R$ 88 – ISBN: 978-85-393-0802-6.
Sono: uma história de terror que não assusta ninguém

Livro de Luciana Romão ensina a lidar com o medo na hora de dormir, na figura de uma garotinha que tenta vencer os fantasmas atormentando seu sono
“Boa noite”, diz a mamãe. É aí que tudo começa! Afinal, quem nunca teve medo de dormir quando as luzes se apagaram? Quem nunca conferiu embaixo da cama para checar se não tinha nada assustador por lá, além de poeira? O livro Sono, lançamento da Saíra Editorial, dialoga com esse e outros medos, que todos temos.
O enredo narra a dificuldade para dormir de uma pequena garotinha, que passa a imaginar monstros na escuridão depois do beijinho de boa-noite da sua mãe. Ela precisa encontrar, dentro de si, uma forma de transpor a noite sem que o medo seja mais forte que a vontade de descansar e ter uma boa noite de sono e de sonhos.
Sono é um livro para ser lido e visto. As ilustrações complementam o que as palavras não dizem e vice-versa. As sensações e os sentimentos, tão protagonistas quanto a garotinha cuja história se conta, aparecem em ilustrações surpreendentes de Luciana Romão, também autora do texto.
A obra se apresenta como uma espécie de terror infantil – mas que, claro, não assusta ninguém. A história pode ser ouvida em leitura compartilhada por crianças a partir de dois anos, como uma forma de afastar medos sobre o escuro, sobre o dormir e, por que não, ajudar os pequenos a se livrarem de outros fantasmas. Preço: R$ 19,90 – Link de venda: https://amzn.to/38JwLKR.
Para a criançada
Década nostálgica é o gancho da Série Chocrível, uma reunião de produções da escritora maranhense Márcia Marques que atrai leitores de todas as gerações
Para os bem pequenininhos, Márcia Marques recomenda o lançamento Chocrível Kids. Já para os maiorzinhos, de 08 a 12 anos, o Diário Chocrível – 1º temporada é o mais indicado. Se o leitor for um adolescente, Eu – Diário de uma garota Chocrível é produção ideal para mergulhar em uma época super divertida mesmo sem internet. Todas essas obras, além do aplicativo de realidade virtual, conecta a história dos anos 80 com a galerinha do novo milênio por meio da tecnologia e da literatura.
Ao relembrar os brinquedos inesquecíveis da época – a mola colorida, cubo mágico, ioiô e o famoso walkman, e até as paquerinhas da época do colégio, Márcia Marques também atrai os adultos saudosos que viveram os anos 80 com intensidade.
A série é interação pura: para os pequenos é a oportunidade de desenhar e se divertir com a cartela de adesivos, outra grande tendência na época. Já os mais grandinhos vão rir e chorar com o diário de Maia de Oliver, a grande protagonista da série.
Além da diversão garantida, a coleção de Márcia Marques, a verdadeira Garota Chocrível, deixa a inspiração para que, no futuro, diários da década de 2020 sejam também ponto de partida para novas produções nostálgicas como é a Série Chocrível.
Márcia Marques nasceu em 1973 e presenciou o surgimento das grandes bandas rock e pop dos anos 80. Ama ler e tem mania de fazer rimas e criar histórias. Decidiu escrever para incentivar os leitores a terem paixão pelos livros.





