Uma notícia boa para aquele público imunizado contra a covid-19 que pretende viajar para o Exterior. Nesta semana, a União Europeia (UE) anunciou que vai reabrir suas fronteiras para o turista vacinado, desde que com doses aprovadas por seu órgão regulador ou que venham de países considerados ‘seguros’.
Entre as vacinas aprovadas estão as de Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Pfizer-BioNTech e Sinopharm. Além disso, é necessário que a imunização tenha completado duas semanas.
A abertura deve impulsionar as vendas nas agências de turismo, já que vai permitir viagens amplas para a temporada de verão (com início em junho no hemisfério norte) no continente europeu. Com esta abertura será possível a passagem do viajante não essencial para países do bloco sem a necessidade de quarentena e testagem.
Países como a Grécia e Espanha, que dependem do turismo, estão otimistas com a mudança que depende de uma reunião ministerial para ser sacramentada.
Para os brasileiros que comemoraram o anúncio, uma ressalva: apenas 7,4% dos vacinados que completaram a imunização estariam aptos a viajar, o que equivale a 1.336.153 pessoas. São os que tomaram a Oxford/AstraZeneca e Pfizer-BioTech.
Excluir o Coronavac, não impede que estes imunizados acessem o território europeu, mas dificulta a logística. A viagem ficaria condicionada a apresentação de um teste PCR feito até 72 horas antes do embarque e a uma quarentena de 14 dias no país de desembarque, com o isolamento e rastreio de contatos.
Países como a Grécia, já se mostraram contrários aos requisitos de teste e quarentena para visitantes vacinados. Porém, a maioria deve implementar essas mudanças de forma mais lenta e conservadora.
No caso do Brasil, o número de beneficiados ainda é pequeno por dois motivos: o primeiro é que a maioria dos brasileiros até o momento foi vacinada com a Coronavac e a vacina do Instituto Butantan ainda não foi aprovada por entidades regulatórias na UE, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Mesmo para os que tomaram as duas doses da Coronavac, é preciso apresentar o teste de PCR feito até 72 horas antes do embarque e se submetido a uma quarentena de 14 dias no país de desembarque, com isolamento e rastreio de contatos, o que dificulta a logística da viagem.
Duas ressalvas: as crianças também precisam fazer um teste de PCR até 72 horas antes do embarque, além de outro teste que pode ser exigido na chegada.Se o seu destino turístico for Dinamarca ou Irlanda, pode haver problema. Ambos os países estão fora do programa da UE.





