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segunda-feira, 10 agosto, 2026

Novo Kwid alia qualidade com modernidade e segurança

Compacto, reestilizado e com adereços no melhor estilo off-road. Se é isso que você procura num carro, sua peregrinação pelas concessionárias acaba nesta quinta-feira (20), quando a Renault promete lançar o novo Kwid. O que já era um veículo que se destaca pelo visual, ganha similaridade com modelo indiano numa versão top de linha Outsider.

Segundo o gerente de vendas da Valec Renault, Rafael Teixeira, este novo modelo do Kwid deve atingir aquele público que busca um carro moderno com qualidade e segurança , pagando um preço justo. “ O jovem que procura inovação e sempre está antenado no SUV  dos compactos”. 

O popular da marca francesa chega com mais sofisticação. Sua nova dianteira possui faróis divididos e LEDs diurnos.O estilo de SUV fica evidente na grade redesenhada com linhas mais realçadas. Além disso, o pára-choques ganhou mais expressão com traços horizontais e, pela primeira vez, rodas de liga leve.

Graças a todas estas características, o hatch – produzido em São José dos Pinhais, no Estado do Paraná – garante ao Kwid o mesmo visual comercializado na Índia.

Mais renovação

Há quem diga que o carro é nossa segunda casa. Pois quem tiver a oportunidade de entrar no novo modelo do Kwid, terá bem clara esta sensação de conforto e bem-estar. O volante ganhou o visual atualizado e o quadro de instrumentos tem novos mostradores. Para o entretenimento, a Renault instalou uma nova central multimídia que promete maior conectividade e melhor resolução.

Outra novidade é o clássico comando satélite de som da Renault fixado na coluna de direção. O item está nos carros da marca há um longo tempo. Em questões de segurança, o subcompacto deve adotar controles eletrônicos de estabilidade e de tração, resta saber se serão itens de série em todas as versões.

E o motor?

Eis a questão. O novo Kwid deve receber ajustes no motor para se adequar aos novos limites de emissões e de ruído do Proconve L7. Além do motor 1.0 tricilíndrico, o câmbio manual de cinco marchas pode ganhar modificações. A redução de consumo certamente é uma meta da marca francesa.

Kwid elétrico: a expectativa

Está confirmado. A Renault deve lançar o Kwid elétrico ainda neste ano de 2022.. Quem anunciou, inclusive, foi o CEO do grupo francês, Luca de Meo, em visita às instalações da marca no País, no fim de 2021. Pela primeira vez em sua gestão, o executivo esteve no Brasil para conhecer o complexo da Renault em São José dos Pinhais (PR).

Durante a visita, Luca de Meo reafirmou que a Renault vai “se posicionar em segmentos mais altos do mercado” mundialmente, e que “o mesmo vai acontecer no Brasil”. Além disso, o CEO falou sobre os planos para avançar na eletrificação da marca no País e na região da América do Sul. E para essa disputa, a marca lançará a versão alimentada a baterias do popular.

Sobre o que esperar do Kwid elétrico, Teixeira é bem sucinto. “Não temos muitas informações, mas vai mexer com o mercado de carro e vai trazer um grande diferencial que ainda não posso revelar”.

Robinho é condenado em última instância a nove anos de prisão por estupro

A Corte de Cassação de Roma, última instância da justiça italiana, rejeitou o recurso apresentado pelo atacante Robinho e por Ricardo Falco, amigo do jogador, confirmando assim a condenação dos dois a nove anos de prisão por violência sexual de grupo cometida contra uma mulher albanesa numa boate de Milão, em 2013. A sentença é definitiva, não cabe mais recurso, e a execução da pena é imediata. As informações são da UOL.

Com a condenação, a justiça italiana poderá pedir a extradição de Robinho e Falco, mas dificilmente eles serão mandados para a Itália, pois a constituição brasileira veta a extradição de brasileiros. Desta forma, a Itália poderá pedir que eles cumpram as penas de prisão em uma penitenciária brasileira.

A partir de agora é necessário que a Itália peça a transferência de execução de pena à justiça brasileira e espere que o Superior Tribunal de Justiça faça a homologação da sentença estrangeira. Mas, segundo a Secretaria de Cooperação Internacional da PGR (Procuradoria Geral da República), “não existe um prazo para o trâmite do processo”.

Segundo apurado pela reportagem, nos últimos três anos (de janeiro de 2019 a janeiro de 2022) a Secretaria de Cooperação Internacional da PGR recebeu somente um pedido de transferência de execução da pena. O pedido foi feito pela Suíça e ainda está tramitando no Superior Tribunal de Justiça.

O julgamento

Composta por um colégio de cinco juízes, a corte foi presidida pelo juiz Luca Ramacci. A audiência, aberta ao público, começou às 6h30 (de Brasília) e terminou depois de meia hora. Porém, a corte julgou outros casos na sequência e depois se reuniu para emitir a sentença.

Logo no início da audiência, o juiz relator, Aldo Aceto, leu os recursos apresentados e deu a palavra aos advogados. O advogado de defesa da vítima falou brevemente e deu a palavra para a defesa de Falco, que passou imediatamente aos advogados de Robinho.

Franco Moretti foi quem mais falou. Ele contestou as provas que não foram aceitas em segunda instância, como o dossiê sobre a vida da vítima que continha fotos de suas redes sociais para tentar provar a sua familiaridade com o álcool e desqualificar seu relato.

Ramacci ainda chamou a atenção de Moretti, que se exaltou durante sua fala ao declarar que a vítima estava “tocando os genitais” de Robinho e dos amigos. “Advogado, estamos na Cassação, por favor”, declarou o presidente da corte. Por fim, o procurador Stefano Tocci pediu que o recurso fosse rejeitado, o que acabou ocorrendo mais tarde.

O caso

O caso aconteceu em Milão, na boate Sio Cafe, durante a madrugada de 22 de janeiro de 2013. A vítima, uma mulher albanesa, na ocasião, comemorava seu aniversário de 23 anos. Além de Robinho, que então defendia o Milan, e Ricardo Falco, outros quatro brasileiros foram denunciados por terem participado do ato.

Como já haviam deixado a Itália no decorrer das investigações, eles não foram avisados da conclusão das investigações e por isso não foram processados. O caso contra esses quatro brasileiros está suspenso até o momento, mas pode ser reaberto, principalmente agora que a Corte de Cassação confirmou a condenação de Robinho e Falco.

Robinho admitiu ter mantido relação sexual com a vítima, mas negou as acusações de violência sexual, quando foi interrogado, em 2014. Em entrevista concedida em outubro de 2020, reafirmou não ter abusado sexualmente da mulher.

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