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segunda-feira, 22 junho, 2026

Judiciário mantém marajás e paga até R$ 495 mil

A farra dos pagamentos acima do teto constitucional segue sem freio no Judiciário, mesmo após o Supremo Tribunal Federal resolver esboçar algum esforço de moralização. Apenas em maio, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios pagou exatos R$ 495.081,68, líquidos, para uma juíza, que nem mesmo está na ativa, já se aposentou. O subsídio foi de R$ 12.995,84, todo restante são penduricalhos, como “direitos pessoais”, “indenizações”, “direitos eventuais”, que engordaram o salário.

No Tribunal de Justiça do Maranhão, um desembargador recebeu R$ 272,1 mil. Nada foi retido em Imposto de Renda, Previdência etc.

No Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, outro pagamento líquido acima dos R$ 200 mil. Foi para uma desembargadora aposentada.

No Superior Tribunal Militar está o quarto maior pagamento do Judiciário no mês de maio. Líquido, lá se vão mais R$ 163.795,12.

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