A artista e bióloga Maísa Apolinário ministra, no dia 5 de setembro (sábado), das 10h30 às 13h30, a oficina gratuita “Cultivando a Criatividade: Fundamentos e Estratégias”, na Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot, em Jundiaí. A atividade propõe exercícios e estratégias para compreender como a criatividade pode ser desenvolvida e aplicada tanto à produção artística quanto ao trabalho e a situações da vida cotidiana.
Voltada a pessoas a partir de 16 anos, a oficina não exige experiência artística prévia e é destinada a artistas de diferentes linguagens, profissionais que dependem de boas ideias no trabalho e pessoas interessadas em desenvolver o próprio potencial criativo. Ao longo de três horas, os participantes serão convidados a reconhecer entraves, lidar com bloqueios e experimentar formas mais conscientes de conduzir seus processos criativos.
A formação combina exercícios práticos, referências de autores que discutem criatividade e resultados de estudos científicos sobre os processos criativos no cérebro, apresentados de maneira acessível e sem caráter técnico. A proposta é desmistificar a ideia de que criatividade depende de um dom ou de momentos inesperados de inspiração e apresentar estratégias que podem favorecer seu desenvolvimento.
A oficina tem 88 vagas e participação gratuita. As inscrições podem ser realizadas até 3 de setembro, por meio de formulário on-line. Após o preenchimento, o participante recebe a confirmação da inscrição.
A atividade integra as ações de contrapartida do projeto do romance As mulheres que me viram crescer, contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio da Prefeitura de Jundiaí/Unidade de Gestão de Cultura, com recursos do Governo Federal/Ministério da Cultura.
Nascida em Jundiaí, Maísa Apolinário é bióloga e professora graduada pela PUC-Campinas e pela Universidade Nova de Lisboa. Multiartista, atua como escritora, atriz, curadora e arte-educadora. Sua busca por compreender os processos inventivos a levou a cursar a Oficina de Criatividade da UFRJ, em 2023, experiência que fundamentou seus estudos sobre o tema.
Como escritora, é autora do romance As mulheres que me viram crescer (2026) e coautora de Decreto de Sensibilidade (2024). No teatro, integrou montagens como A Biblioteca da Meia-Noite e Gota D’água, da Cia. Fênix, além do espetáculo Até Quando?, do Núcleo Nascem. Nas artes visuais, expôs trabalhos em colagem na Biblioteca Nelson Foot e na Galeria Nascem, além de assinar a curadoria de diversas exposições.





