Não há uma rua onde não haja algum servicinho porco ou da Vivo/Telefonica ou da Net
Em qualquer bairro da cidade há reclamações sobre fios abandonados em postes, ou, na melhor das hipóteses, enrolados. Não são fios eletrificados, não oferecem riscos de acidentes mais graves, mas enfeiam a cidade e mostram a ineficiência e o despreparo de quem faz a manutenção dessas redes.
As gambiarras estão em todos os lugares. Em muitos, a população cuida de arrumar para não ficar pior. Na avenida Luiz Sereno, no Parque Eloy Chaves, eram tantos os fios que pessoas preocupadas com idosos e crianças resolveram enrolá-los e acomodá-los nos postes.
Na rua Rita de Cássia Paranaguá (antiga rua seis), também no Eloy Chaves, a confusão foi tanta que ninguém mais sabia quem era o dono do fio. Consultadas, as empresas responderam via assessoria de imprensa que os fios não eram seus – caso da Net e que já havia mandado equipes técnicas para os locais indicados por este jornal.
Na realidade todo o serviço é feito por empresas terceirizadas, que nem sempre têm à disposição a melhor mão de obra do mercado. O resultado é óbvio. Se alguém tem alguma dúvida, basta olhar para cima. Principalmente no cruzamento da avenida Dr. Cavalcanti e rua José do Patrocínio na Vila Arens. Lá está sobrando fio.





