Um pônei chamou a atenção de quem estava em um voo da American Airlines. Flirty —que significa glamour, em inglês— fez, na semana passada, a viagem entre Chicago a Omaha junto com sua dona, na cabine de passageiros, durante os 750 quilômetros do trajeto entre as cidades norte-americanas.
A cena teve registros compartilhados nas redes sociais pelos proprietários do animal, por tripulantes da companhia aérea e por outros passageiros.
Na conta de Flirty nas redes sociais, a dona diz que, durante a viagem, o animal foi alimentado com guloseimas na decolagem e na aterrissagem “a fim de que seus ouvidos se ajustassem à pressão”. “Ela mostrou algum desconforto balançando a cabeça uma ou duas vezes, mas as guloseimas fizeram o truque para mantê-la confortável”, contou.
Flirty ocupou dois assentos na aeronave e ficou ao lado do dono na viagem. “Veja que ela chega à beira do meu assento. Se fosse um pouquinho maior, precisaríamos de três assentos para acomodá-la”, escreveu a dona.
Sobre a tripulação do voo da American Airlines, a dona do pônei só foi elogios. “Eles foram fantásticos, gentis e muito animados para ver Flirty em seu voo! Até os pilotos tiveram que sair para dizer oi.”
“Segundo o jornal britânico Independent, no mês passado, o Departamento de Transportes dos EUA esclareceu, em comunicado, que cavalos em miniatura ainda seriam permitidos a bordo de aviões comerciais, assim como gatos e cães.
Mas ainda é de responsabilidade das companhias aéreas decidir quantos animais podem viajar a bordo. A American Airlines, que levou Flirty, permite apenas que um gato, cachorro ou cavalo miniatura.
Segundo a empresa, no caso do pônei, ele era “um animal de serviço treinado, que a American Airlines aceita a bordo após a avaliação caso a caso”.
“Reconhecemos o importante papel que cães, gatos e cavalos em miniatura treinados podem desempenhar na vida de pessoas com deficiência e são bem-vindos na cabine, sem nenhum custo, se atenderem aos requisitos”.





