A apresentadora Fernanda Gentil se defendeu, por meio de um longo texto postado em seu Instagram, da polêmica por conta de sua entrevista para a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.
A apresentadora disse ter ficado assustada com a repercussão da entrevista, na qual afirmou que respeita “quem acha um crime beijo gay” e “quem infelizmente é racista”, mas não concorda com a violência. Ela também disse: “Não torço para ter um filho gay, porque o Brasil não é um ambiente 100% seguro”.

No texto postado, ela disse : “Aí ainda agora li que eu “falei” sobre respeito à homofobia e ao racismo. No mínimo, me confundiu muito. E me deixou assustada. Mas vi que assustou muita gente também, então me aliviou; sinal de que concordamos sobre coisas importantes, e discordamos de outras fundamentais. Pensamos”, disse Gentil.
Ela ainda reclamou da edição da entrevista, dizendo que no contexto que virou dona de uma ideologia absurda. “O que aconteceu foi que eu falei por duas horas na entrevista, um papo bem sincero e legal, mas ele só cabe em uma página. Então frases, vírgulas e pontos são cortados, é normal. Uma ponta cola na outra e cria-se um novo contexto. E nesse novo contexto eu virei dona de uma ideologia absurda”, disse.
A respeito de suas declarações, ela disse que respeita as diferentes vertentes de um mesmo assunto. “O que eu respeito são as diferentes nuances de um assunto, até porque eu também tenho as minhas, e são diferentes de um monte de gente, e exijo respeito. Respeito o debate, por exemplo, sobre a bandeira – talvez eu levante menos bandeira do que uns gostariam, e muito mais do que imaginariam. Respeito. Mas o importante, para mim, é não abaixar a bandeira – isso seria, por exemplo, viver escondida, o que nunca passou pela minha cabeça. Porque só se esconde o que é errado”, afirma.
As declarações de Fernanda Gentil à Folha de S. Paulo renderam vários comentários nas redes sociais, tanto de críticas a seu posicionamento como de apoiadores.





