O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (6) que os preços dos combustíveis devem se estabilizar após alta causada por tensões sobre ataque dos Estados Unidos no Iraque que matou o general iraniano Qassem Suleimani.
“Reconheço que o preço está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos EUA e Iraque, (…) o impacto não foi grande. Foi 5%, passou para 3,5%; não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar”, disse o presidente em frente ao Palácio da Alvorada.
Bolsonaro afirmou que avalia participar de reunião na tarde desta segunda sobre a alta do combustível. “Está previsto hoje, por volta de 16h (a reunião). Se eu tiver oportunidade, vou ver com Bento (ministro de Minas e Energia), se é o caso de eu comparecer, dada a gravidade do assunto”, afirmou.
O presidente disse ainda que orientado sua equipe de governo a mostrar as razões para o alto preço de combustível. Bolsonaro citou que há impactos por impostos federais, ICMS, monopólio da distribuição, além da margem de lucro.
“Porque cai tudo no meu colo. Parece que sou responsável por tudo”, disse o presidente.
Bolsonaro ainda voltou a afirmar que não vai tabelar o preço do combustível. “Políticas semelhantes no passado não deram certo”, afirmou.





