Deputados e senadores discutem como serão as próximas eleições
As mudanças nas formas de eleições deverão ser votadas até o dia 31 de maio. E não são poucas as mudanças. A primeira é ou a prorrogação dos atuais mandatos de vereadores e prefeitos por mais dois anos – assim, não haverá eleição em 2016. Fica tudo para 2018, unificando eleições para todos os cargos – deputados, governadores, vereadores, prefeito e presidente.
Outra possibilidade – e a mais viável – seria a criação de um mandato-tampão de dois anos. Ou seja, quem se eleger em 2016 fica só dois anos na prefeitura ou câmara. No caso do prefeito, sem direito à reeleição. O que está enroscando um pouco é a questão do voto distrital.
Apesar de aprovado, muitos deputados e senadores querem mudar. Nada de voto distrital puro, aquele que elege somente representante de distrito. A mudança proposta é o voto distrital misto, mais conhecido como “distritão”. Metade das vagas das câmaras ficam para os mais votados nos distritos, outra metade para os mais votados no sistema atual.
O relator dessas mudanças havia acenado com outras fórmulas, mas depois da bronca que tomou do presidente da Câmara mudou de idéia. E não mudasse não seria mais o relator. Tudo dentro do democrático e sagrado princípio e por livre e espontânea pressão.





