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sábado, 18 abril, 2026

Infestação de pombos em Jundiaí leva à campanha

Não há bairro em Jundiaí que não tenha concentração de pombos. Eles estão sempre próximos de lugares onde conseguem água e alimento – algumas vezes por acidente, na maioria porque há pessoas que insistem em tratá-los. A Ponte Torta é um dos lugares onde os pombos se concentram; no Vianelo, isso acontece perto do antigo posto de saúde.
Em alguns bairros, os pombos vivem perto de supermercados e depósito de alimentos – o que cai dos sacos e caixas não escapa do olhar atento dessas aves. O problema tomou proporções maiores perto do Hospital São Vicente – o pessoal da Segurança do Trabalho começou campanha de conscientização sobre os riscos que os pombos oferecem aos humanos.
A campanha é voltada principalmente a pacientes, visitantes e aos que frequentam o hospital. E bate na mesma tecla: quando alguém alimenta pombos com frequência, cria o hábito e as aves passam a morar no lugar. Com isso, aumentam os riscos à saúde. No caso do São Vicente, até telas foram instaladas no telhado para evitar que os pombos entrassem o hospital.
A rotina é conhecida. Alguém vai visitar o parente que está internado, e enquanto não chega a hora da visita aguarda na praça. Compra um pacote de salgadinhos e parte é abandonada ou cai no chão. Os pombos não perdem a chance.
Outra rotina: comerciantes compram quirera de milho para alimentar os pombos, pensando fazer um ato humanitário. Ao contrário – dizem especialistas – estão fazendo um ato que pode resultar em proliferação de doenças, algumas que levam à morte. Com os pombos vivendo num mesmo lugar, surgem os ninhos e os filhotes – e com eles, os carrapatos e a sujeira.
No caso do São Vicente, há cartazes em todas as entradas do hospital explicando o perigo que os pombos representam. O hospital gasta ainda quase 40 mil reais por ano com remédios para controle de pragas. Há outros gastos constantes: as fezes dos pombos são corrosivas e obrigam o hospital a trocar calhas constantemente.
Alimentar pombos na rua pode fazer mal a saúde devido a inúmeras bactérias e micro-organismos que esses animais possuem, que podem deixar os humanos expostos a doenças como micoses, salmonelose, criptococose, ornitose e dermatite, além de possuírem piolhos que geralmente também podem parasitar os humanos.
Os pombos costumam comer grãos e sementes, mas também aceitam outro tipo de alimentação como pães, farelos e restos de comida; alimentá-los acaba sendo a diversão de muitas famílias, devido a aparência inofensiva e cativante dessas aves, mas se o indivíduo teve contato com pombos e manifesta sintomas como febre alta, calafrios e dor de cabeça deve procurar um médico para evitar infecções generalizadas as doenças podem ocasionar inflamações ou infecções pulmonares
Alimentar os pombos na cidade aumenta a probabilidade de contaminação, porém as doenças podem ser causadas pela inalação das fezes desses animais depositadas no chão, janelas e calçadas, que muitas vezes não são percebidas.

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