Como é tempo das festas juninas, com quadrilhas, comidinhas típicas e também tempo das fogueiras, balões e dos fogos de artifício, o risco de queimaduras é maior. A Sociedade Brasileira de Dermatologia aproveita o período para alertar sobre os perigos e consequências das brincadeiras com fogo e explosivos.
Quem mexe com fogos de artifício, além ficar exposto a queimaduras, pode ter os membros amputados, principalmente os dedos, podem sofrer mutilações, lesões nos olhos e até surdez. A Sociedade reforça ainda, soltar fogos não é para criança.
Queimadura é a lesão na pele provocada geralmente pelo calor, mas também pode ser provocada pelo frio, pela eletricidade, por certos produtos químicos, por radiações e até fricções. A pele pode ser destruída parcial ou totalmente, atingindo desde pelos até músculos e ossos.
A de 1º grau atinge a camada mais superficial da pele – lesão vermelha, quente e dolorosa; a de 2º grau superficial gera bolhas e muita dor; a de 2º grau profunda é menos dolorosa, a base da bolha é branca e seca; a de 3º grau é indolor, acomete todas as camadas da pele, podendo chegar até aos ossos e gerar sérias deformidades.
Para as queimaduras de 1º grau, nas primeiras horas após o acidente, é recomendado fazer compressas frias. Para manter a queimadura hidratada, aconselha o uso de óleo mineral ou vaselina líquida.
No caso de formação de bolhas, as mesmas não devem ser retiradas. Elas servem de curativo biológico. Para cuidar deste tipo de queimadura melhor procurar um médico. Após a cicatrização, deve-se usar filtro solar para evitar o surgimento de manchas.





