A participação de Jundiaí na divisão estadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre as cidades paulistas ganhou força conforme apontam relatórios da Secretaria da Fazenda do Governo do Estado. O aumento verificado foi de 13,44% entre 2015 e 2016, saltando para o índice de 2,0348 diante de 1,7938 dos anos de 2013 e 2014, divulgados dois anos após a apuração.
Isso significa, em termos aproximados, que a economia da cidade no período cresceu 13,44% acima da média de todos os 645 municípios do Estado.
“Após a crise de 2008, o crescimento do índice de participação de Jundiaí no ICMS paulista estagnou por três anos, permanecendo quase sem alteração até 2012, quando voltou a crescer, ainda que timidamente. Os maiores saltos se deram nos últimos anos, dos quais destacamos 2015 em relação a 2014, quando subimos mais de 7%, revelando o acerto das políticas de atração de novos investimentos e a capacidade de o município reagir mais fortemente ao período crítico pelo qual estamos passando no País e no mundo”, explica o secretário de Finanças, Pedro Galindo.
Por outro lado, o perfil diversificado da economia de Jundiaí permite que, em momentos incertos de economia, um setor afetado seja compensado por outro, em expansão. O resultado é considerado muito relevante para o economista José roberto Pellizer, também da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, para quem esse cenário pode ser traduzido como “a capacidade da economia local em crescer, mesmo em tempos difíceis, fortalecendo o orçamento municipal e as ações de governo”.





