publicidadespot_img
18.6 C
Jundiaí
sexta-feira, 11 setembro, 2026

Medicamento que previne Alzheimer foi descoberto em 2015 e nunca revelado

Já imaginou a descoberta de um medicamento que pode prevenir o Alzheimer? Ele já foi descoberto, ainda em 2015, mas nunca foi revelado. Após investigar centenas de milhar de cérebros, uma equipe de investigadores e pesquisadores da Pfizer em 2015 que um dos medicamentos mais vendidos da empresa, o Enbrel, um potente anti-inflamatório usado no tratamento da artrite reumatoide, poderia reduzir o risco de desenvolver Alzheimer em 64%.

A imprensa americana teve acesso a documentos internos e sigilosos da empresa e confirmou a informação com a farmacêutica que confirmou ter desistido de continuar coma pesquisa, pois exigia mais testes e ensaios clínicos de alto custo, e decidiu, após “grande debate interno”, que não iria divulgar os resultados.

“O Enbrel poderia prevenir, tratar e retardar a progressão da doença de Alzheimer”. Dizia um documento interno da empresa.

Para dar continuidade ao processo de pesquisa com milhares de pacientes, era estimado um custo de aproximadamente 71,2 milhões de euros. Com isso, Pfizer explicou que mesmo após três anos de investigação interna, entendeu que o tal medicamento não seria tão eficaz assim para evitar o Alzheimer, pois a droga não atingia diretamente o tecido cerebral.

Sem a cura ou prevenção do Alzheimer, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que em todo o mundo existam, pelo menos, mais de 47 milhões de pessoas com esta demência, um número que poderá atingir os 75,6 milhões em 2030, triplicando em 2050, podendo atingir os 135,5 milhões de pessoas.

A OMS ainda firma que a doença de Alzheimer assume um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência.

A doença de Alzheimer foi identificada pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra e patologista alemão Alois Alzheimer, e seu sintoma inicial mais comum é a perda de memória a curto prazo.

Sem exclusividade da patente, o lucro não seria alto:

Atualmente o Enbrel já não está protegido com uma patente exclusiva, e por este motivo dar sequencia à pesquisa de custo elevado poderia não gerar um lucro tão atrativo e satisfatório à farmacêutica Pfizer.

O Novo Dia, recentemente, fez uma entrevista abordando este tema, confira abaixo:

Novo Dia
Novo Diahttps://novodia.digital/novodia
O Novo Dia Notícias é um dos maiores portais de conteúdo da região de Jundiaí. Faz parte do Grupo Novo Dia.

SUGESTÃO DE PAUTAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

PUBLICIDADEspot_img
publicidadespot_img
publicidadespot_img

Deixe uma resposta