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Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência levanta debate sobre inclusão

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é celebrado neste sábado (21). A data, próxima ao dia que marca o início da primavera – a estação das flores, foi escolhida por representar o nascimento e renovação. Na prática, o dia 21 de setembro provoca muitas discussões sobre inclusão e acessibilidade, com o objetivo de fazer com que toda e qualquer pessoa com limitações tenha seus direitos garantidos e possa, enfim, florescer.

Segundo Damião Silva, jundiaiense, professor universitário e coordenador de inclusão da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), já houveram algumas conquistas, mas muitas pessoas com deficiência (PCD) ainda sofrem com preconceitos e com a falta de acessibilidade. “Essa discriminação pode se tornar um empecilho para que o indivíduo consiga um emprego ou continuar com os estudos. Já a acessibilidade é uma enorme barreira que impede, diversas vezes, não só a locomoção, mas também a comunicação e o direito à informação”, afirma.

Embora o Brasil tenha uma das melhores legislações do mundo, para o professor e coordenador, o país ainda carece de políticas que assegurem a inclusão social da PCD. É o que afirma Denner Pereira, advogado e servidor público da Procuradoria do Estado do Paraná.

De acordo com Denner, ocorreram avanços legais muito importantes nos últimos anos, mas entre criar a lei, e executá-la, na prática, ainda há um distanciamento. Para avançar na inclusão da pessoa com deficiência no Brasil, ele defende três prioridades. “Conscientização: é preciso esclarecer que ninguém é deficiente por escolha e que direitos precisam ser garantidos. Comprometimento: não basta ter consciência, a sociedade precisa atuar em todas as esferas, sejam políticas, de saúde, educação e na própria família. Garantia mínima de autonomia: ações devem ser tomadas para trazer acessibilidade, isto é, que aquilo que a pessoa deseja fazer simplesmente seja feito, não sendo sua condição uma barreira”, explica o advogado.

Debatendo o assunto:

Não é a toa que, visando dar continuação ao debate referente ao tema, Damião Silva e Denner Pereira vêm a Jundiaí no dia 12 de outubro para falar sobre a inclusão e outras questões sobre o direito da pessoa com autismo.

O “Seminário TEA: olhares e reflexões” traz, ao todo, cinco especialistas de todo o Brasil para levar mais informações sobre o autismo. O evento é indicado a pais e familiares, profissionais de saúde e educação, e estudantes universitários.

Os interessados em participar podem se inscrever via WhatsApp (53) 9919-0930 ou através do https://bit.ly/2PiHohO.

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