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Mais barato, iPhone 11 tem fila no lançamento em São Paulo

Em 2019, uma tradição foi retomada: a fila de fãs da Apple para comprar um novo iPhone – algo que não acontecia há alguns anos no Brasil. Anunciados pela americana em setembro, os três modelos do smartphone (iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max) começaram a ser vendidos no País nesta sexta-feira, 18, por preços que variam entre R$ 5 mil e R$ 9,6 mil. Estão ligeiramente mais baratos que no ano passado, quando iPhone XR chegou ao País por pelo menos R$ 5,2 mil. A estratégia da Apple, mesmo indo contra a alta do dólar no período, surtiu efeito. Nesta manhã, pelo menos 50 pessoas esperavam sua vez para comprar o aparelho na loja da Apple em São Paulo, no Morumbi Shopping, zona sul da capital paulista.

Teve até quem ficou esperando do lado de fora do shopping desde cedo, algo que não ocorria há algum tempo. Primeiro da fila, o paulistano Gabriel Siddharta, de 25 anos, chegou antes das 8h da manhã para garantir seu iPhone 11, com 256 GB de armazenamento e vendido a R$ 5,3 mil. “Quando a Apple anunciou os preços eu fiquei louco pra pegar o iPhone, porque fiz as contas e vi que ia dar para pagar”, diz ele, que trabalha com tecnologia da informação (TI). Ele encontrou as portas do shopping, que só abre às 10h, ainda fechadas. “Pedi para entrar mais tarde no trabalho, mas o chefe entende. Afinal, a gente trabalha com tecnologia, né?”.

Dono de um Apple Watch e de um par de Air Pods, os fones de ouvido sem fio da Apple, Siddartha é claramente um fã da empresa americana. “Uso iPhone desde o 4S (modelo lançado pela empresa em 2011). Eu queria ser o primeiro da fila, viver um lançamento”, afirma. Ele até já tentou trocar a marca de Steve Jobs por uma rival, mas não foi capaz. “Fiquei um ano com um celular da Samsung, mas foi horrível. O iPhone é gostoso e não desvaloriza”, diz o paulistano, que vai vender seu aparelho atual, um iPhone 7, por R$ 800 a um amigo.

Apple dá água, café e biscoito para quem esperar na fila

Não que a espera tenha sido tortuosa: enquanto os consumidores esperavam na fila, uma funcionária da Apple distribuía comidas e bebidas – havia café da Starbucks, garrafinhas de água, bolachas saudáveis e, claro, maçãs vermelhas. A fila foi uma surpresa para muitos usuários. “Eu não ia vir hoje, mas um funcionário me atendeu na semana passada e disse que não ia ter fila. Agora tô aqui”, conta a psicóloga Denise Abdalla, que aguardava sua vez para comprar um aparelho.

“Isso é fila? Caramba!”, surpreendeu-se o bancário Roberto Toyoda, de 30 anos. “Trabalho aqui perto e estou indo de um prédio para outro. Resolvi dar uma passadinha para garantir o meu iPhone”, disse ele à reportagem, que se mostrou surpreso com a resposta do público. Ele queria comprar um iPhone 11, com 128 GB de armazenamento, vendido por aqui a R$ 5,3 mil.

“Sabendo como é a conversão do dólar, sempre acho caro”, afirma. “Resolvi comprar aqui e não importar por conta da restrição do 4G.” É um detalhe, mas importante: o modelo do iPhone 11 vendido nos EUA não tem compatibilidade com todas as faixas de frequência usadas pelas operadoras brasileiras para o 4G – o que pode deixar a internet do celular mais lenta. À reportagem, Toyoda disse que até pensou em trocar de marca de smartphone. “Sei que a Xiaomi tem um bom custo benefício, mas não consigo deixar a Apple!”.

O preço também foi algo que chamou a atenção do comerciante Carlo Bogoni, de 35 anos. Em uma sacola branca da Apple nas mãos, ele levou para casa um iPhone 11 Pro Max, com 512 GB de armazenamento – a versão mais cara do aparelho, vendida por aqui a R$ 9,6 mil. “Gosto de fotos, de viajar, então tem que ter espaço”, diz. “É um aparelho caro, mas a jogada de marketing da Apple em trazer o celular mais barato que no ano passado deu certo.”

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