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Jundiaí

Professores e alunos premiados em Jundiaí

Alunos e professores que se destacaram em projetos inovadores receberam prêmio em dinheiro, diplomas e medalhas

Na última sexta-feira (8) foram conhecidos os vencedores da segunda edição dos prêmios Jundiaí, Cidade Inteligente: Eu faço! e Jundiaí, Educação Inovadora: Eu faço!, pertencentes ao Programa Escola Inovadora, para o incentivo ao desenvolvimento de projetos inovadores entre professores, alunos e a comunidade.

A cerimônia de premiação aconteceu no Parque Comendador Antônio Carbonari. O Jundiaí Cidade Inteligente: Eu Faço! reuniu 153 trabalhos de alunos do Fundamental I e II e do Ensino Médio, de escolas públicas e particulares da cidade. Desses, 71 foram pré-aprovados e os 10 melhores acabaram premiados na sexta-feira. Os temas abordados são de relevância para Jundiaí e pretendem contribuir para a melhoria da vida dos cidadãos, valorizando o professor e os alunos.

Cada equipe vencedora recebeu prêmio de R$ 4,5 mil – para ser dividido igualmente entre seus integrantes e o orientador – medalhas e certificados. Os orientadores foram premiados também com uma placa de menção honrosa.

O Educação Inovadora valorizou as idéias de professores, diretores, assistentes administrativos e outros profissionais da Educação da Rede Municipal. Os trabalhos foram compartilhados entre os inscritos para a troca de experiências entre todos. Com isso, buscou-se maior valorização dos profissionais que diariamente estão com os alunos, incentivando quem ensina e quem aprende a serem inovadores.

16 trabalhos do Educação Inovadora foram premiados e seus autores ganharam uma viagem aérea com acompanhante para algum destino do Brasil. Entre eles, está o Muros Invisíveis: o olhar e a escuta das crianças num território educativo, da Emeb Brígida Gatto Rodrigues.

Destacou-se na categoria Jovens Cientistas Jundiaienses do prêmio Cidade Inteligente o projeto Tomando Ar, coordenado pelo professor Fernando Rossi Torres, do Colégio Cristão Jundiaí e seus alunos Amanda Rabelo Anarelli, Feleepe Gabriel de Brito e Leonardo Vaz Ferreira. O grupo usou garrafas PET para coletar água da chuva e depois que estas eram misturadas com cal, havia reação química e os alunos podiam medir a qualidade do ar.

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