Durante a travessia da plataforma P-70, da Petrobras, do Brasil para a China, houve a morte de um brasileiro. Segundo funcionários da plataforma, o trabalhador era de uma empresa terceirizada, a holandesa Boskalis, e morreu por intoxicação. Além dele, outros cinco também passaram mal mas foram socorridos.
“Houve uma comemoração e, aparentemente, algumas pessoas ingeriram álcool, etanol mesmo, e um acabou falecendo”, relatou uma fonte. A Petrobras confirmou oficialmente as informações, dizendo que está “garantindo toda assistência”.
Durante o ocorrido, a plataforma navegava em águas internacionais, mas teve de fazer um desvio na altura de Durban, na África do Sul, para que as vítimas fossem atendidas por médicos que chegaram até a embarcação de helicóptero. A Petrobras informou que o quadro dessas pessoas é estável.
A estatal contratou uma empresa para realizar o transporte da P-70 da China ao Brasil. O método de transporte contratado foi o dry tow (reboque seco), o que significa que ela foi não conduzida por rebocadores oceânicos, mas por um navio semi-submersível para transporte de carga pesada. A plataforma pesa 78 mil toneladas, o que corresponde a 220 boeings 747. Segundo a Petrobras, essa modalidade reduz em cerca de 40 dias o tempo de viagem da China ao Brasil.
Apesar do incidente, a Petrobras informou que o incidente “não impactou” o cronograma da implantação da plataforma.





