Preparem o bolso. O ano letivo ainda não começou, mas os gastos com a educação dos filhos devem tirar o sono de muitos pais.
Nessas horas de aperto do orçamento, vale buscar pelo caderno ou mochila mais em conta, recorrendo a negociações coletivas, compra ou troca de itens usados e grupos nas redes sociais.
A Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae) estima alta de 8% nas papelarias – acima da inflação oficial, que deve ficar em torno de 4%.
Aproveitar aquele grupo de mães do WhatsApp para compartilhar orçamentos e verificar qual o melhor lugar para comprar, também pode ser uma dica valiosa. Existem até papelarias propondo descontos na venda do material de uso coletivo, proporcional ao número de mães.
Livrarias também têm facilitado oferecendo formas de pagamento e promovendo ações para dar descontos na compra de muitas unidades.
Para a Abfiae vale a prática da pechincha, já que a variação de preços é significativa, especialmente no comparativo a estoques antigos e liquidação. Optar por produtos seguros é outra importante recomendação pois contém o certificado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.
Agora atenção: segundo a Lei 12.886, de 2013, válida em todo o Brasil, nas listas os colégios não podem exigir a compra de nenhum item escolar de uso coletivo, como materiais de escritório, de higiene ou limpeza, por exemplo. Da mesma forma, é proibida a indicação de marcas específicas.





