Xiaomi brasileira reaparece, encerra atividades, mas não entrega produtos

A loja virtual Mi Store Brasil, que ganhou as manchetes nesta semana por sumir do mapa e acumular dezenas de reclamações, reapareceu na internet.

A empresa pediu desculpas e comunicou o encerramento das operações. Também deu orientações para compradores de celulares da Xiaomi. Ainda assim, ao menos o Mercado Pago anunciou a expulsão da marca na plataforma de pagamentos por quebra de contrato.

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O sumiço da empresa causou confusão pois ela vende produtos da gigante chinesa, mas não tem autorização para tal. A única importadora e distribuidora autorizada para o mercado doméstico se chama DL. Ela é responsável pela seção brasileira do site oficial mi.com.

MiStore Brasil cita “forças maiores” para comunicar a “despedida” do setor. Compradores de smartphones da Xiaomi são orientados a solicitar o ressarcimento nas plataformas de pagamento digital.

As queixas dispararam depois da Black Friday 2019, de acordo com levantamento do Reclame Aqui divulgado pelo TechTudo com exclusividade.

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O texto não dá indícios de que os responsáveis pela loja tentarão entregar os equipamentos comprados pelos brasileiros. O TechTudo tenta contato com a Mi Store desde terça-feira (14), mas não obteve resposta.

A loja não autorizada recomenda que os clientes procurem diretamente o Mercado Pago, o PagSeguro e o PayPal para solicitar o reembolso do dinheiro gasto.

Em nota, o Mercado Pago esclarece que cabe ao vendedor realizar o reembolso dos clientes. “Como plataforma de processamento de pagamentos, o Mercado Pago apenas viabiliza a devolução dos valores aos clientes, a partir de recursos existentes na conta do lojista, uma vez que as compras foram efetuadas diretamente no site da MiStore”, informou a empresa. Ela comunicou que a MiStore Brasil foi expulsa da plataforma.

A reportagem também busca o PagSeguro e o PayPal para checar quais providências serão adotadas.

A marca da Mi Store Brasil está presente ainda em lojas físicas de algumas cidades, no formato de quiosques em shoppings. Os responsáveis pelo empreendimento online informaram que os franqueados devem abandonar o nome para que os clientes não façam “a ligação de uma para com a outra”.

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