Jair Bolsonaro disse a apoiadores, nesta sexta-feira (27), que toda a população compre fuzis e afirmou que aqueles que não têm intenção de adquirir o armamento não devem “encher o saco” daqueles que quiserem comprar.
Durante a conversa no Palácio da Alvorada, antes de embarcar para Goiás, onde deve participar de um passeio de moto nesta sexta. “Tem todo mundo que comprar fuzil, pô. Povo armado jamais será escravizado”, disse Bolsonaro. “Tem o idiota ‘ah, tem que comprar feijão’. Cara, se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar”
O presidente também disse que a alta da inflação não depende dele. “Temos problemas? Temos. Eu não quero inflação alta, mas tem coisa que não depende da gente”, declarou, enquanto voltou a responsabilizar os governadores pelos preços do gás e da gasolina.
7 de setembro
Bolsonaro voltou a convocar simpatizantes para as manifestações no dia 7 de setembro, onde disse que fará um discurso na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo ele, os atos vão mostrar para o mundo “que o Brasil está sofrendo”.
“O que está em risco é o futuro de vocês e a minha vida física. Tem uma van ali para evitar o Sniper (atirador). É o tempo todo essa preocupação do que pode acontecer”, afirmou.
Sobre confronto com outros Poderes, Bolsonaro afirmou que não pode sofrer interferências de outros entes da federação. “Não quero interferir do lado de lá, nem vou, mas precisam me deixar trabalhar do lado de cá. Está difícil governar o País dessa forma”.





